Era uma vez no mundo Livro digital · 40 contos · 10 tradições
Livro digital

Em quarenta noites, seu filho atravessa o mundo, e cada cultura lhe deixa uma virtude.

Era uma vez no mundo é um livro digital de 40 contos de 10 tradições. Escolhidos um a um pelo valor humano que carregam. Pensado para os pais que querem formar caráter pela porta da imaginação, não pela do sermão.

Quero o ebook por R$ 47

Acesso imediato no seu e-mail. Garantia de 7 dias. De R$ 67 por R$ 47 até 30 de junho.

Capa do livro Era uma vez no mundo
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A origem

Por que este livro foi escrito

Existe um momento todo dia em que você ainda tem o filho perto, com tempo, com atenção e disposto a ouvir. É a hora de dormir.

E existe um problema todo dia, no mesmo horário: você não tem o que contar. O repertório acabou. A história de ontem foi a mesma de anteontem. O celular do canto da mesa começa a parecer mais fácil.

Era uma vez no mundo nasceu desse problema. De um pai professor de filosofia que, contando histórias para os próprios filhos, percebeu que a humanidade já tinha resolvido isso há três mil anos, e em dezenas de lugares ao mesmo tempo. Só faltava reunir.

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A tese do livro

Por que um conto forma caráter melhor que um sermão

A criança não aprende coragem ouvindo os pais dizerem "seja corajoso". Aprende vendo Momotaro descer pelo rio e enfrentar o ogro. Aprende vendo Anansi resolver o impossível com astúcia. Aprende vendo o menino indígena escolher dizer a verdade, mesmo doendo.

O conto antigo funciona porque dá à criança um lugar seguro para ensaiar a virtude antes de precisar dela. No mito, a coragem aparece num cenário fantástico, e por isso suportável. Quando ela aparecer na vida real, em forma de uma briga na escola ou de um medo no escuro, a criança já a reconhece. Já ensaiou. Já tem onde se apoiar.

Foi isso que cada tradição humana descobriu, em lugares e tempos diferentes, sem combinar. Os japoneses chamam a virtude principal de bondade. Os gregos de coragem. Os povos indígenas das planícies da América do Norte de respeito. As perguntas são as mesmas. As respostas vêm em forma de história, e a história entra na criança por uma porta que o sermão nunca encontra: a imaginação.

Não é entretenimento. É formação. Mas é formação pelo método certo.

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As dez tradições

Dez tradições. As mesmas necessidades humanas. Vistas de pontos de vista diferentes.

O ocidente nos contou suas histórias, com Grimm e Andersen. Mas o ocidente é uma parte do mundo, não o mundo inteiro. Era uma vez no mundo abre as outras nove portas. Cada cultura entrega ao seu filho um conto e uma virtude. Não como diversidade decorativa. Como prova de que a humanidade chegou, às mesmas conclusões sobre como viver bem.

IJapãoBondade
IIChinaRespeito
IIIÍndiaSabedoria
IVBudismoCompaixão
VZenPresença
VIÁfricaSolidariedade
VIIGréciaCoragem
VIIINórdicaLealdade
IXIndígenas Norte-AmericanosGratidão
XBrasilPertencimento
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Uma escolha de forma

Uma única imagem por conto. E isso é uma escolha.

A maioria dos livros infantis modernos enche cada página com ilustração. Era uma vez no mundo faz o contrário: uma única imagem grande, em pintura a óleo, abrindo cada conto. Depois, a palavra, e o silêncio que a criança preenche.

Essa decisão tem motivo. Quando a imagem entrega tudo pronto, a imaginação descansa. Quando a imagem dá só uma porta de entrada, a imaginação trabalha. E a imaginação que trabalha é a mesma capacidade que, mais tarde, vai ler um livro grosso, resolver um problema novo, sustentar uma ideia que ainda não viu.

A ciência confirma o que a tradição já sabia. Um estudo do Cincinnati Children's Hospital, publicado em 2020, mapeou com ressonância magnética o cérebro de crianças de quatro a cinco anos durante três experiências diferentes: ouvir áudio puro, ler livro ilustrado com o adulto e assistir desenho animado. O áudio sem imagem deixou a criança sobrecarregada, tentando construir tudo do zero. O desenho animado fez o trabalho por ela, e as áreas cerebrais ligadas à linguagem e à imagem mental desconectaram. Só o livro ilustrado encontrou o equilíbrio: a ilustração entrou como andaime, sustentou a história, e deixou a imaginação da criança trabalhar.

Bruno Bettelheim, em Psicanálise dos Contos de Fadas, argumenta que ilustração em excesso transforma a criança de co-criadora ativa em consumidora passiva de imagens prontas. Tolkien dizia o mesmo com outras palavras: todo leitor é um subcriador, que constrói com a própria mente o mundo que o autor apenas sugere.

A pintura a óleo, por sua vez, não é estética por acaso. Ela está próxima da realidade o bastante para o conto não virar fantasia desconectada, e distante o bastante para não competir com a imagem que a criança constrói na própria cabeça. É o ponto de equilíbrio que os antigos ilustradores conheciam, antes do desenho animado preencher tudo.

Fontes: Hutton, J. S. et al. (2020), Brain Imaging and Behavior, Cincinnati Children's Hospital; Sociedade Brasileira de Pediatria, Manual #MenosTelas #MaisSaúde, 2020; Bettelheim, B. (1976), Psicanálise dos Contos de Fadas; Tolkien, J. R. R. (1947), On Fairy-Stories.

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As perguntas no fim de cada conto

As perguntas no fim de cada conto são para você descobrir seu filho

No fim de cada história há duas ou três perguntas. Não são perguntas de prova. Não são perguntas de moral, do tipo "qual foi a lição?". São perguntas que abrem.

"Você faria o mesmo que ele?" "Por que você acha que ele teve medo?" "O que você teria perguntado ao velho da montanha?"

O efeito não é o filho responder certo. É o filho responder. E é você, do outro lado, ouvindo o que ele pensa, do jeito dele, com a cabeça dele. Crianças surpreendem nas respostas. Costumam pensar coisas que os adultos já não pensam mais.

A maioria dos pais não conhece o filho tão bem quanto acredita. Não por falta de amor. Por falta de pergunta. Era uma vez no mundo te dá quarenta noites de pergunta pronta.

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Veja por dentro

Quatro páginas reais, do jeito que aparecem no seu celular.

Mockup da capa do ebook no celular

A capa

Pintura a óleo, em tons que acalmam a leitura noturna.

Mockup de uma página de conto no celular

Uma página de conto

Tipografia pensada para ser lida em voz alta, sem cansar os pais depois do dia.

Mockup do índice por virtude no celular

O índice por virtude

Antes de começar a noite, você sabe qual valor humano aquele conto trabalha.

Mockup das perguntas no fim do conto, no celular

As perguntas para conversar

Prontas, no fim de cada história, para a conversa que vem depois.

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Vem junto, sem custo extra

Três bônus dentro do mesmo PDF

O livro são os contos. Estes três itens vêm dentro do mesmo PDF, sem cobrança adicional.

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Mapa-múndi ilustrado

As dez culturas marcadas no globo, para a criança ver onde no mundo cada história nasceu.

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Glossário das tradições

Quem foram os Vikings, o que é Zen, por que os indígenas das planícies sabem o que sabem. Curiosidades em linguagem de criança curiosa.

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Índice por virtude

Para a noite em que você quiser escolher pela virtude que está faltando trabalhar, e não pela cultura.

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Quem escreveu

Quem escreveu

Otávio Rezende Fonseca é empresário e professor de filosofia da Nova Acrópole há dez anos e pai de dois filhos, um de 10 e outro de 5 anos.

Escreveu Era uma vez no mundo porque não encontrava, nas livrarias, contos que tivessem dois atributos juntos: profundidade moral e respeito à inteligência da criança.

A maioria dos livros infantis traz fábula com lição decorada, ou folclore solto sem virtude clara. Faltava uma curadoria que tratasse a criança como capaz de pensar coisas grandes, e que respeitasse a tradição da qual cada conto nasceu.

Por isso este livro existe.

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Verifique antes de comprar

Este livro é para você?

É para você se

  • Tem filho ou filha entre 4 e 9 anos.
  • Quer formar caráter, não apenas entreter.
  • Sente que a hora de dormir é território a recuperar.
  • Acredita que a sabedoria humana não nasceu num só lugar.
  • Está disposto a ler em voz alta, em vez de ligar o tablet.

Não é para você se

  • Procura livro com ilustração em cada página.
  • Prefere papel, e não vai abrir PDF no celular.
  • Quer áudio narrado, em vez de ler você mesmo.
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A oferta

Quanto custa, e por quê

Era uma vez no mundo custa R$ 47 até 30 de junho. Depois sobe para R$ 67.

Para comparar, uma assinatura mensal de livro infantil físico no Brasil hoje fica entre R$ 80 e R$ 130, e dura um mês. Um livro avulso de boa editora infantil sai por R$ 90 a R$ 150. O ebook fica abaixo de qualquer um deles, e é seu, para sempre, no celular.

De R$ 67

R$47

Preço de lançamento até 30 de junho.

Em até 12x · Cartão, Pix ou boleto

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Garantia

Sete dias para experimentar

✦ Garantia incondicional de 7 dias ✦

Compre, leia, comece a primeira noite com seu filho. Se em sete dias você não sentir diferença, pede o reembolso. Devolvemos os R$ 47, sem perguntas.

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Antes de comprar

Perguntas comuns

01Como recebo o ebook depois da compra?

Você recebe um e-mail em poucos minutos com o link de acesso ao PDF. Baixa para o celular, tablet ou computador.

02Em que dispositivos posso ler?

Em qualquer aparelho que abra PDF. O arquivo tem cerca de 15 MB, baixa rápido em conexão comum.

03Para qual idade serve?

Foi pensado para crianças de 4 a 9 anos, com leitura feita pelo adulto em voz alta.

04Tem áudio dos contos?

Não. A voz que conta é a do pai, da mãe ou do educador. O vínculo se cria na voz, e é o vínculo o ponto.

05E se eu não gostar?

Você tem 7 dias para pedir reembolso integral. Sem perguntas.

Hora de começar

Quarenta noites começam hoje

R$ 47 até 30 de junho. Depois, R$ 67.

O que você leva é uma curadoria que demorou anos para ser feita, dez tradições reunidas pela primeira vez no mesmo lugar para a criança brasileira, perguntas prontas para a conversa que você quer ter com seu filho, e um mapa do mundo no bolso.

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