Era uma vez no mundo é um livro digital de 40 contos de 10 tradições. Escolhidos um a um pelo valor humano que carregam. Pensado para os pais que querem formar caráter pela porta da imaginação, não pela do sermão.
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A origem
Existe um momento todo dia em que você ainda tem o filho perto, com tempo, com atenção e disposto a ouvir. É a hora de dormir.
E existe um problema todo dia, no mesmo horário: você não tem o que contar. O repertório acabou. A história de ontem foi a mesma de anteontem. O celular do canto da mesa começa a parecer mais fácil.
Era uma vez no mundo nasceu desse problema. De um pai professor de filosofia que, contando histórias para os próprios filhos, percebeu que a humanidade já tinha resolvido isso há três mil anos, e em dezenas de lugares ao mesmo tempo. Só faltava reunir.
A tese do livro
A criança não aprende coragem ouvindo os pais dizerem "seja corajoso". Aprende vendo Momotaro descer pelo rio e enfrentar o ogro. Aprende vendo Anansi resolver o impossível com astúcia. Aprende vendo o menino indígena escolher dizer a verdade, mesmo doendo.
O conto antigo funciona porque dá à criança um lugar seguro para ensaiar a virtude antes de precisar dela. No mito, a coragem aparece num cenário fantástico, e por isso suportável. Quando ela aparecer na vida real, em forma de uma briga na escola ou de um medo no escuro, a criança já a reconhece. Já ensaiou. Já tem onde se apoiar.
Foi isso que cada tradição humana descobriu, em lugares e tempos diferentes, sem combinar. Os japoneses chamam a virtude principal de bondade. Os gregos de coragem. Os povos indígenas das planícies da América do Norte de respeito. As perguntas são as mesmas. As respostas vêm em forma de história, e a história entra na criança por uma porta que o sermão nunca encontra: a imaginação.
Não é entretenimento. É formação. Mas é formação pelo método certo.
As dez tradições
O ocidente nos contou suas histórias, com Grimm e Andersen. Mas o ocidente é uma parte do mundo, não o mundo inteiro. Era uma vez no mundo abre as outras nove portas. Cada cultura entrega ao seu filho um conto e uma virtude. Não como diversidade decorativa. Como prova de que a humanidade chegou, às mesmas conclusões sobre como viver bem.
Uma escolha de forma
A maioria dos livros infantis modernos enche cada página com ilustração. Era uma vez no mundo faz o contrário: uma única imagem grande, em pintura a óleo, abrindo cada conto. Depois, a palavra, e o silêncio que a criança preenche.
Essa decisão tem motivo. Quando a imagem entrega tudo pronto, a imaginação descansa. Quando a imagem dá só uma porta de entrada, a imaginação trabalha. E a imaginação que trabalha é a mesma capacidade que, mais tarde, vai ler um livro grosso, resolver um problema novo, sustentar uma ideia que ainda não viu.
A ciência confirma o que a tradição já sabia. Um estudo do Cincinnati Children's Hospital, publicado em 2020, mapeou com ressonância magnética o cérebro de crianças de quatro a cinco anos durante três experiências diferentes: ouvir áudio puro, ler livro ilustrado com o adulto e assistir desenho animado. O áudio sem imagem deixou a criança sobrecarregada, tentando construir tudo do zero. O desenho animado fez o trabalho por ela, e as áreas cerebrais ligadas à linguagem e à imagem mental desconectaram. Só o livro ilustrado encontrou o equilíbrio: a ilustração entrou como andaime, sustentou a história, e deixou a imaginação da criança trabalhar.
Bruno Bettelheim, em Psicanálise dos Contos de Fadas, argumenta que ilustração em excesso transforma a criança de co-criadora ativa em consumidora passiva de imagens prontas. Tolkien dizia o mesmo com outras palavras: todo leitor é um subcriador, que constrói com a própria mente o mundo que o autor apenas sugere.
A pintura a óleo, por sua vez, não é estética por acaso. Ela está próxima da realidade o bastante para o conto não virar fantasia desconectada, e distante o bastante para não competir com a imagem que a criança constrói na própria cabeça. É o ponto de equilíbrio que os antigos ilustradores conheciam, antes do desenho animado preencher tudo.
Fontes: Hutton, J. S. et al. (2020), Brain Imaging and Behavior, Cincinnati Children's Hospital; Sociedade Brasileira de Pediatria, Manual #MenosTelas #MaisSaúde, 2020; Bettelheim, B. (1976), Psicanálise dos Contos de Fadas; Tolkien, J. R. R. (1947), On Fairy-Stories.
As perguntas no fim de cada conto
No fim de cada história há duas ou três perguntas. Não são perguntas de prova. Não são perguntas de moral, do tipo "qual foi a lição?". São perguntas que abrem.
"Você faria o mesmo que ele?" "Por que você acha que ele teve medo?" "O que você teria perguntado ao velho da montanha?"
O efeito não é o filho responder certo. É o filho responder. E é você, do outro lado, ouvindo o que ele pensa, do jeito dele, com a cabeça dele. Crianças surpreendem nas respostas. Costumam pensar coisas que os adultos já não pensam mais.
A maioria dos pais não conhece o filho tão bem quanto acredita. Não por falta de amor. Por falta de pergunta. Era uma vez no mundo te dá quarenta noites de pergunta pronta.
Veja por dentro
A capa
Pintura a óleo, em tons que acalmam a leitura noturna.
Uma página de conto
Tipografia pensada para ser lida em voz alta, sem cansar os pais depois do dia.
O índice por virtude
Antes de começar a noite, você sabe qual valor humano aquele conto trabalha.
As perguntas para conversar
Prontas, no fim de cada história, para a conversa que vem depois.
Vem junto, sem custo extra
O livro são os contos. Estes três itens vêm dentro do mesmo PDF, sem cobrança adicional.
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As dez culturas marcadas no globo, para a criança ver onde no mundo cada história nasceu.
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Quem foram os Vikings, o que é Zen, por que os indígenas das planícies sabem o que sabem. Curiosidades em linguagem de criança curiosa.
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Para a noite em que você quiser escolher pela virtude que está faltando trabalhar, e não pela cultura.
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Era uma vez no mundo custa R$ 47 até 30 de junho. Depois sobe para R$ 67.
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Foi pensado para crianças de 4 a 9 anos, com leitura feita pelo adulto em voz alta.
Não. A voz que conta é a do pai, da mãe ou do educador. O vínculo se cria na voz, e é o vínculo o ponto.
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O que você leva é uma curadoria que demorou anos para ser feita, dez tradições reunidas pela primeira vez no mesmo lugar para a criança brasileira, perguntas prontas para a conversa que você quer ter com seu filho, e um mapa do mundo no bolso.
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